Marketing Oculto
O Poder das Mídias Sociais
As chamadas redes sociais, além de consolidarem-se como mídia alternativa, democrática e facilitadora nas relações entre pessoas em tempo real, também tem servido para fazer alguns “milagres” e causar dor de cabeça aos governantes do mundo todo.
Através do Facebook, por exemplo, uma mulher conseguiu encontrar a sua mãe após longos 34 anos. Sara Hudson foi vendida quando criança a um casal israelense, em 1976, num esquema de adoção ilegal, em Nova York (EUA).
As novas tecnologias de interação social também estão causando dor de cabeça aos governos ditatoriais e democráticos. Cada vez mais aumenta a importância da internet, especialmente das redes sociais, na mobilização de massa para provocar mudanças políticas. Grandes redes sociais como Facebook e Twitter desempenharam papel fundamental na articulação de protestos em países do Oriente Médio, no movimento conhecido como Primavera Árabe, que em uma das manifestações derrubou uma ditadura de quase 30 anos no Egito.
As primeiras manifestações foram convocadas pelas redes sociais e o povo egípcio atendeu o chamamento e ocupou as ruas e praças do país. a Ditadura de Hosni Mubarak caiu e a vitória do povo egípcio se deve, em grande medida, à existência da internet e à atuação de pessoas comuns através das redes sociais.
E recentemente na Inglaterra, a série de distúrbios nas ruas de Londres apresentou ao mundo uma nova ferramenta de mobilização por meio das redes sociais: o BlackBerry Messenger (BBM). Pioneiro no mercado de smartphones e antigo símbolo de executivos bem-sucedidos, o celular da BlackBerry se tornou mais popular com a concorrência do Iphone (Apple), responsável pela redução dos preços dos aparelhos, e o lançamento do BBM. O Aplicativo que permite aos usuários da marca enviar mensagens gratuitamente, de forma instantânea e ilimitada para mais de um destinatário ao mesmo tempo, virou moda entre os jovens ingleses. No meio da onda de distúrbios saqueadores estavam se organizando e trocando informações pelo aplicativo.
Pesquisa indica “cansaço de redes sociais” em usuários
Uma pesquisa realizada por uma consultoria especializada em tecnologia da informação identificou “sinais de fadiga” no uso de redes sociais, como Facebook, Orkut e Twitter, entre segmentos de usuários em diversos países.
A pesquisa da consultoria Gartner ouviu 6,3 mil pessoas entre 13 e 74 anos de idade, em 11 países desenvolvidos e emergentes, incluindo no Brasil.
Do total, 37% dos respondentes disseram ter aumentado o uso de redes sociais, principalmente entre os mais jovens.
Por outro lado, 24% disseram que estão usando as redes sociais menos do que no início.
“A pesquisa mostra uma certa fadiga das redes sociais entre os usuários mais antigos”, disse o diretor de pesquisas da Gartner, Brian Blau.
“O fato de 31% do grupo na categoria ‘aspirantes’ (mais jovens, que circulam por vários ambientes e com uma percepção mais aguçada sobre as marcas) indicarem que estão cansados de redes sociais é algo que os provedores dessas redes devem monitorar, porque eles precisarão inovar e variar para manter a atenção do consumidor”, avaliou.
“Os conteúdos de marca precisam ser inovadores e capazes de capturar a atenção das pessoas imediatamente. A nova geração de consumidores é incansável e tem uma janela curta de atenção, e é preciso muita criatividade para criar impacto significativo.”
Privacidade
Para os entrevistados, a exposição da privacidade é a razão mais forte para desistir de usar as redes sociais. Em seguida, vem a superficialidade dos comentários postados por outros usuários.
Em seguida, a questão da privacidade volta, com os usuários dizendo que usam menos as redes sociais porque não querem que os seus contatos saibam demais sobre a sua vida.
“Os adolescentes e jovens na faixa dos 20 anos de idade têm muito mais probabilidade de dizer que aumentaram o uso das redes sociais”, disse a especialista que coordenou a pesquisa, Charlotte Patrick.
“Na outra ponta do ‘espectro do entusiasmo’, as diferenças etárias são muito menos marcadas, com uma proporção consistente de pessoas dizendo que estão usando menos as redes sociais.”
Brasil
A pesquisa ouviu 581 pessoas no Brasil, onde o Orkut ainda é o líder de usuários, seguido pelo YouTube e pelo Facebook.
“O Brasil é normalmente é citado como um dos países que adotam com entusiasmo as redes sociais, mas nossa amostra de respondentes não exibiu essa tendência forte de uso”, afirmou a pesquisa.
“O uso foi médio, centrado principalmente no Orkut e no Facebook, com uma das taxas mais altas de uso de Internet Messenger e sites de chat entre os usuários com até 40 anos.”
Entre os usuários brasileiros, a pesquisa notou um nível maior de preocupação com a privacidade que outros países.
Entre os entrevistados brasileiros, 46% se disseram preocupados com o tema, ante uma média geral de 33% de usuários.
Fonte: BBC Brasil
Criação de Nomes para Marcas
Se você precisa criar um nome para a marca de sua empresa e encontra dificuldades nesta etapa, iremos disponibilizar uma dica muito valiosa utilizada no meio publicitário, quem tem dado muito certo na criação de marcas e anúncios. O primeiro passo para poder buscar um ideiainovadora, é pesquisar o mercado, conhecer seus concorrentes e analisar como atuam e posicionam-se no mercado, além de de fazer uma imersão total no assunto e na área de atuação de seu negócio. Quanto mais informação, melhor.
Facilita bastante o trabalho se você reduzir o briefing à menor frase possível. Você de reduzi-lo através de associações de palavras: corpo, fitness, suplementos, saúde, forma, físico, forte, ideal, perfeito, preparado, e assim vai indo.
Desta Forma, além de começar a criar ideias sobre o nome para seu negócio, essa técnica ajudará na criação de um nome forte, que proporcionará maior facilidade de lembrança pelos seus clientes, melhor associação da marca com o negócio e posicionamento positivo da marca com as palavras chaves dos buscadores da web.
Redes Sociais e Eleições 2010 – Vários autores
Com 23 artigos de articulistas convidados e selecionados, o ebook “Mídias Sociais e Eleições 2010” é a segunda publicação do tipo lançada pela PaperCliQ.
Artigos presentes nesse livro:
- Redes sociais e eleições em 2010 (Murilllo de Aragão)
- De @Candidato para @Eleitor. Enter! (Leandro Mazzini)
- Mídias Sociais e as Eleições Brasileiras de 2010 (Carlos Manhanelli)
- A influência da campanha Obama nas eleições brasileiras de 2010 (Mariana Oliveira)
- Comunidades do Orkut sobre Presidenciáveis nas Eleições Brasileiras de 2010 (Ruan Brito)
- O papel da militância através das redes sociais durante as eleições (Gil Castillo)
- Democracia, eleições e redes sociais online: uma possibilidade de pluralização do diálogo (Nina Santos)
- Branded Content nas Eleições 2010 (Danila Dourado)
- Interface entre Jogos Sociais e Política: Oportunidades e Estratégias de Diferenciação(Marcel Ayres e Renata Cerqueira)
- Monitoramento de Conversações sobre Políticos: prática, limites e possibilidades (Tarcízio Silva)
- Blog do Terra sobre Mídias Sociais e Eleições (Ana Brambilla)
- A cobertura da primeira campanha on line na redação de A TARDE (Larissa Oliveira)
- Controle e Espetáculo – Privacidade & Transparência na Política e Eleições (Martha Gabriel)
- A interação e a mobilização nas redes sociais dos três principais presidenciáveis (Ana Maria Bicca da Silva e Elaine Fronza)
- Candidatos Virtuais: O oficial e o oficioso no ciberespaço (Natália de Oliveira Santos, Anna Paula Castro Alves, Carolina Tomaz Batista, Adriana Cristina Omena Dos Santos)
- O papel do blogueiro e o engajamento espontâneo nas eleições (Sueli Dantas Bacelar)
- O Twitter e as Campanhas Políticas: Uma Análise da Conversação dos Presidenciáveis(Gabriela da Fonseca)
- O Uso do Twitter pelos Presidenciáveis (Andréia da Silva Martins)
- Participação política na Era Digital: um estudo de caso das #Eleições2010 (Patrícia Gonçaves Rossini)
- Midias sociais e a aproximação do eleitor com o candidato (Claudiana Santos Silva)
- A campanha virtual pode ser igual para todos os candidatos? (Fernanda Fabian)
- Política? “E eu com isso?” (Samantha Shiraisi)
- A relação entre redes sociais na internet e o certame eleitoral no Brasil (Luiz Marcos Ferreira Júnior)
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A agregação de valor ao patrocínio esportivo: planejamento estratégico e desenvolvimento
O patrocínio enquanto mera ajuda filantrópica era fácil de ser entendido e aceito. Os tempos mudaram e o mero paternalismo, a mera ajuda, deram lugar a complexos programas de patrocínio. Isso envolve hoje, várias empresas, eventos, atletas, equipes, questões políticas, pesquisa, profissionais altamente qualificados e especializados e, porque não dizer, o lado social também. Percebe-se claramente, que o processo evoluiu, se profissionalizou.
Não há mais cabimento em patrocinar o esporte que o presidente da empresa pratica ou gosta. Essa evolução se deu, justamente porque patrocinar tem valor. Esse valor se materializa em exposição de marca, relacionamento, lançamento de produtos, rejuvenescimento de marca, posicionamento, além de atrair para a marca as características de cada esporte, como liderança, tecnologia, precisão, força, juventude, saúde, dentre outros. Read more…
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